A queda das ações do Méliuz (CASH3) abre oportunidades para que outras empresas possam comprar ou unir operações com a companhia de cashback, afirma o BTG Pactual (BPAC11), em relatório enviado a clientes.

“Nos níveis atuais (R$ 2,4 bilhões ou US$ 440 milhões de valor de mercado), achamos que voltou a ser um excelente alvo de fusões e aquisições para grandes players que precisam melhorar o relacionamento e o engajamento com os clientes”, argumentam analistas do banco.

As ações do Méliuz acumulam queda de 74% desde agosto do ano passado.

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Com queda das ações Méliuz (CASH3) vira excelente alvo de fusões e aquisições

Prévia operacional

Segundo o BTG, apesar da dificuldade das ações, a Méliuz está no caminho certo: vem melhorando sua equipe, concluiu várias fusões e aquisições, está constantemente entregando em excesso, é caixa positivo e “provavelmente será lucrativo no futuro”.

“Acreditamos que os números operacionais do quarto trimestre foram decentes e devem ajudar o papel”, completa.
No quarto trimestre, considerando somente as operações do Méliuz, o GMV (volume bruto de mercadorias) totalizou R$ 1,7 bilhão, representando crescimento de 52% em relação ao terceiro trimestre e um salto de 77% comparado ao mesmo período de 2020.

A companhia encerrou o quarto trimestre somando 22,4 milhões de contas, crescimento de 1,6 milhão em relação ao trimestre anterior e de 8,4 milhões no comparativo anual.

O ritmo médio de aberturas, no entanto, desacelerou. Foram abertas 27 mil contas por dia útil no quarto trimestre, ante 30 mil no terceiro trimestre.

Nos últimos 12 meses, encerrados em 31 de dezembro de 2021, o Méliuz atingiu um total de 9,4 milhões de usuários ativos.

Na visão da Genial Investimentos, pode parecer um dado forte em crescimento, mas, comparado com outros períodos do ano passado, o número é menor.

“Nos últimos três anos, o Méliuz mantém uma taxa de crescimento médio de 130% na quantidade de usuários”, destaca a corretora… Leia mais em MoneyTimes 01/02/2022